24/11/2016 às 20h29m


Leis da riqueza — Investir (Parte III)

O que você ainda não fez, mas que, se fizesse, teria um impacto positivo na sua vida financeira? Talvez esteja na hora de escolher um tipo de investimento em que aplicar o seu dinheiro. Conheça, neste artigo, um pouco sobre os quatro investimentos mais comuns do mercado. 

Os quatro investimentos mais comuns do mercado

1. Caderneta de Poupança
Em geral, é o investimento preferido pelo pequeno investidor. Tradicionalmente conhecido como sinônimo de economizar, aplicar em Caderneta de Poupança não requer nenhum conhecimento prévio de investimento, mas tem a inflexibilidade do prazo fixo. Se o investidor sacar antes de trinta dias, perde o rendimento do período.

A melhor maneira de investir na Caderneta de Poupança é ter a disciplina de fazer depósitos mensais. Como diz o ditado, "de grão em grão, a galinha enche o papo".

2. Fundos Mútuos de Investimento
Um pouco mais complexo, esse tipo de investimento exige um administrador para decidir que tipos de ativos o fundo deve adquirir. É um investimento atrativo, pois a diversificação é automática, o que gera mais segurança. 

Se você nunca investiu em Fundos Mútuos, talvez necessite da orientação de um consultor financeiro. As aplicações nesses fundos podem ser feitas a partir de valores relativamente baixos, facilitando a participação de pequenos investidores. As instituições financeiras costumam prestar as orientações necessárias.

3. Imóveis
O segredo de investir em imóveis está em fazer uma boa compra. Se você tiver tempo para "garimpar" oportunidades, vale a pena. A localização do imóvel é fator crucial na compra para a sua valorização.

A pior casa bem localizada, tende a valorizar-se muito
mais que a melhor casa mal localizada.

A segurança do investimento, de modo geral, é alta com rentabilidade e liquidez baixas. Se usar o imóvel para alugar, o investidor poderá obter, mensalmente, entre 0,8% a 1,2% do seu valor. Isso se aplica a todos os tipos de imóveis: comerciais, industriais, residenciais e rurais.

Existem alguns riscos embutidos no investimento imobiliário, tais como desvalorização pela obsolescência, depreciação pelo uso, as tendências de mercado que não se sustentam (chamadas booms imobiliários), etc. 

4. Ações
Se você quer investir em ações, é melhor procurar um consultor financeiro que entenda desse mercado. Comprar ações é apropriar-se de parte de uma empresa, com ou sem direito a voto na assembléia dos acionistas, dependendo do tipo de ações adquiridas: ações ordinárias dão direito a voto; e ações preferenciais, não.

A rentabilidade desse investimento é muito variável e imprevisível; a segurança costuma ser baixa e a liquidez é relativa. É o tipo de investimento que deve ser realizado tendo o longo prazo em mente.

Começar algo, como investir, por exemplo, nem sempre é tão fácil quanto parece. Quando começamos, estamos apenas dizendo para nós mesmos que é pra valer. Sem começo, não existe meio ou fim. 

Afirmação para a Lei do Economizar (escreva-a três vezes, durante 21 dias): 
Todos os meus investimentos são rentáveis.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas:


Compartilhe:



16/11/2016 às 11h03m


Leis da riqueza — Investir (Parte II)

Estilo pessoal de investir

Cada um tem um estilo na hora de fazer investimentos. Você precisa descobrir qual é o seu.

Os investidores pertencem a três estilos: conservador, regrado e ousado.

• O conservador coloca a segurança do seu dinheiro em primeiro lugar, mesmo que isso represente rentabilidade e liquidez menores.
• O investidor regrado opta pelo equilíbrio entre as três características dos in-vestimentos: não se arrisca muito nem sacrifica muito a rentabilidade e a liquidez do seu capital.
• O ousado quer ver o seu dinheiro crescer, e rapidamente. Sabe que os investimentos que podem lhe dar esse retorno são de alto risco, mas ele gosta de viver perigo-samente e, portanto, arrisca-se.  

Qualquer que seja o seu perfil, diversifique sempre os seus investimentos. Assim você não corre o risco de colocar todos os ovos em uma mesma cesta, pois alguém pode levá-la e você ficar sem ovos.

Para ser bem-sucedido, um investidor não precisa ter muito dinheiro; no entanto, deve saber como investi-lo. 

Especialistas em investimentos

Se você quer consertar seu relógio, não o leve para o seu alfaiate. Por outro lado, se quiser fazer um terno sob medida, não procure uma relojoaria, e sim uma alfaiataria.

Se você quer investir seu dinheiro e não sabe como fazê-lo, é melhor procurar um profissional nesse assunto.

Efetivamente, não há como alguém ter domínio absoluto sobre situações tão instáveis e imprevisíveis como as que atingem, por exemplo, o mercado financeiro. Entretanto, a maioria das pessoas necessita encontrar um especialista em investimentos. Especialistas em investimentos são pessoas que fazem isso todos os dias, 52 semanas por ano. Eles podem ser classificados em três grupos:

INGÊNUOS: Não sabem que não sabem sobre o comportamento do mercado, mas pensam que sabem.
ESPERTOS: Não sabem sobre o comportamento do mercado, mas fazem de conta que sabem e se aventuram a orientar os investimentos de outras pessoas.
SENSATOS: Sabem que não é possível saber tudo sobre o comportamento do mercado e, por isso, não prometem milagres e loterias.

O tempo é o melhor de todos os mestres

O mercado financeiro é imprevisível. Das poucas certezas que se pode ter nesse mercado, uma delas é que, se você mantiver um grande número de ações diversificadas, por um longo período de tempo, terá maior probabilidade de obter com elas um rendimento superior a outros investimentos. E a outra é que, se as ações, no curto prazo, sofrem com as oscilações aleatórias do mercado, no longo prazo, elas tendem a subir. Resumindo:

Você terá rentabilidade alta se, durante décadas, puder manter uma carteira de ações diversificadas.

Acredite! Isso é praticamente tudo o que se tem como certo no mercado financeiro. 

Para movimentar-se em uma terra que ninguém sabe ao certo se o norte de hoje continuará sendo o norte de amanhã, você precisa agir com muita cautela e procurar aconselhar-se com quem entende do assunto mais do que você.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br

Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas:


Compartilhe:



11/11/2016 às 13h39m


Leis da riqueza — Investir (Parte I)

Investir
Investir é gastar o seu capital em seu nome, com o propósito de aumentar a sua receita mais do que o depósito em uma conta corrente poderia lhe render. 

A variedade de investimentos disponíveis é grande e a seleção depende do estilo de cada investidor. Mas é preciso diversificar para diminuir o risco.

Você pode escolher caderneta de poupança, fundos de investimento, imóveis, ações, títulos públicos, títulos de capitalização, commodities, moedas, derivativos (índices, contratos futuros, etc.), investimentos no exterior por meio de fundos específicos, dentre outros.

A base de todo investimento
Que quer investir deve se orientar pelas três características básicas dos investimentos e pelo seu estilo pessoal como investidor. As características básicas são:

Rentabilidade: Qual será o ganho da aplicação.
Segurança: Qual o grau de risco ou de incerteza oferecido pela aplicação.
Liquidez: Qual o prazo para obter os rendimentos ou para resgatar a aplicação, se necessário.

Quando se obtém maior rentabilidade
A rentabilidade de um investimento está diretamente vinculada à sua segurança e liquidez, em uma ordem inversamente proporcional.

Em geral, ninguém se arrisca em troca de nada, e correr riscos depende sempre do que se tiver a ganhar. 

Investimentos de alta rentabilidade, geralmente, oferecem uma margem de segurança reduzida. 

Correr o risco ou não depende muito do quanto se tiver para investir, de quanto será destinado ao investimento e do perfil do investidor. 

Por quanto mais tempo o dinheiro ficar indisponível, maior deverá ser a rentabilidade oferecida pelo investimento. Nesse aspecto, o que pesa na decisão do investidor não é o montante a ser investido nem a sua ousadia para enfrentar os riscos do mercado, mas, sim, a sua previsão de utilização do dinheiro. De acordo com isso, o investidor poderá escolher entre investimentos que necessitem indisponibilizar o dinheiro por longo, médio ou curtos prazos, com rendimentos respectivamente decrescentes, ou poderá, ainda, escolher um investimento com alta liquidez.

Curto prazo e alta liquidez
A princípio, parece que estamos falando da mesma coisa. Teoricamente, um investimento de curto prazo tem alta liquidez, pois o dinheiro fica indisponível por pouco tempo, podendo ser resgatado de acordo com a necessidade. Mas as condições de um e de outro são diferentes e o investidor não pode ter idéias equivocadas a esse respeito. Observe:

Curto prazo
Investimentos de curto prazo são aqueles em que o dinheiro fica indisponível por um curto período de tempo. Durante o período contratado não se pode resgatar o investimento.

Alta liquidez
Os investimentos de alta liquidez não têm todos as mesmas características. Ações, por exemplo, podem ser uma péssima opção para quem necessite de recursos a curto prazo, uma vez que o momento em que se precisa do dinheiro nem sempre é o ideal para a venda das ações e o resgate do investimento. 

O investimento em ações pode ser de alta rentabilidade, desde que não se precise resgatá-las quando o mercado estiver em baixa para aquelas ações. A caderneta de poupança, por sua vez, também tem alta liquidez (basta ir ao caixa e sacar a quantia depositada), mas a rentabilidade mensal é baixa, podendo até ser menor do que a inflação do mês.


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas:


Compartilhe:



03/11/2016 às 20h50m


O milagre da multiplicação

A natureza é multiplicadora por excelência. Uma pequena semente de carvalho em um solo fértil se transforma em uma árvore frondosa, beneficiando a todos que dela se aproximarem.

O poder da multiplicação é um forte aliado na geração de riquezas.

Aproveite muito bem a leitura deste artigo. Nele, não há teorias a serem compreendidas. Há apenas uma ilustração cuja essência, estou certo, ficará gravada na sua mente e o ajudará a modificar muitas de suas crenças sobre dinheiro.

Imagine-se participando do meu curso Prosperidade: abundância ao seu alcance. Eu tiro uma nota de um real da minha carteira e anuncio: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo. Pode ser um objeto, uma informação, um serviço, divertimento... O que vocês têm a me oferecer?

Um dos participantes me oferece um lápis por um real e eu aceito comprá-lo. Eu fico com o lápis e o participante com a nota de um real. Agora, ele anuncia: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Alguém se oferece para fazer-lhe uma massagem nos pés (reflexologia) durante três minutos por um real. O participante aceita e a transação se concretiza. O massagista, agora com um real em mãos, anuncia: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Um jovem participante diz que tem uma piada para vender. O massagista gosta da idéia e lhe dá a nota de um real. O jovem conta a piada, todos riem, e ele anuncia:

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Alguém se levanta e diz que fez uma recente pesquisa cinematográfica e se dispõe a revelar os nomes dos três melhores filmes da década por um real. O jovem concorda. Todos ficam sabendo os nomes dos três melhores filmes da década e o dinheiro, mais uma vez, troca de mãos. E o pesquisador de filmes anuncia: 

— Eu tenho um real e quero comprar algo.

Desta vez, eu, facilitador do curso, digo que tenho a explicação de como esse jogo funciona e estou disposto a revelá-la por um real. O pesquisador me passa a nota de um real e eu, então, explico.

Agora, pare de imaginar e veja o que aconteceu: no final do jogo eu tinha o lápis, que havia comprado com a minha nota de um real, e a nota de um real estava de volta às minhas mãos. Várias transações aconteceram: objetos mudaram de mãos, informação foi transmitida, houve prestação de serviços, coisas foram aprendidas e houve, também, diversão. Mas o que aconteceu mesmo foi a mais simples demonstração que se pode dar de que "todo centavo gasto volta às nossas mãos multiplicado, seja em dinheiro ou em outra forma de recompensa".

Essa é, talvez, a forma mais fácil de compreender como o Multiplicador Keynesiano pode ser aplicado ao nosso dia-a-dia.

Coincidência ou não, conta a Bíblia que um dos milagres de Jesus Cristo foi o da multiplicação: com cinco pães e dois peixes, ele deu de comer a mais de cinco mil pessoas. (Mateus, 14:13-21)


e-mail: lrsintonia@terra.com.br


Autor: Dr. Lair Ribeiro

Tags relacionadas: milagre - multiplicação - lair ribeiro


Compartilhe:



Perfil

Palestrante internacional, ex-diretor da Merck Sharp & Dohme e da Ciba-Geigy Corporation, nos Estados Unidos, e autor de vários livros que se tornaram best-sellers no Brasil e em países da América Latina e da Europa. Médico cardiologista, viveu 17 anos nos Estados Unidos, onde realizou treinamentos e pesquisas na Harvard Unversity, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University.
Webpage: www.lairribeiro.com.br
e-mail: lrsintonia@terra.com.br
Todos os direitos reservados a Marcelo Lopes - www.marcelolopes.jor.br
Proibida cópia de conteúdo e imagens sem prévia autorização!
  • Faça Parte!

desenvolvido por: