MPMG dá prazo para Copasa consertar Caixa d’água com vazamento


MPMG dá prazo para Copasa consertar Caixa d’água com vazamento

A caixa d’água da Copasa localizada no antigo CTM, hoje Polo da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) em Cataguases, está apresentando um grande vazamento um sua estrutura. Segundo os moradores do local o problema ocorre há “bastante tempo”, com risco de ruptura da estrutura conforme laudo da Defesa Civil de Cataguases. Contudo, a empresa não teria atendido até agora aos pedidos de reparo. Desse modo o Ministério Público foi acionado e abriu nesta quarta-feira, 22 de outubro, um inquérito civil recomendando a Copasa a solucionar o problema imediatamente.

📸 Siga o Site do Marcelo Lopes no Facebook e no Instagram

📱Participe do grupo de WhatsApp do Site do Marcelo Lopes

Nesta tarde, a reportagem do Site do Marcelo Lopes entrou em contato com a Copasa solicitando informações sobre este caso. A empresa respondeu afirmando que até o fim desta semana estará concluído o reparo na caixa d`água localizada no antigo CTM, no Bairro Guanabara. Também garantiu não haver risco de rompimento da estrutura. Na nota enviada ao Site a empresa informou o seguinte:

“A Copasa informa que equipes técnicas já estão atuando na correção de um vazamento de água identificado no reservatório localizado no bairro Guanabara, em Cataguases. Os serviços incluem a desativação da câmara onde foi detectado o problema e a previsão é que eles sejam concluídos até o fim desta semana.”

“A Companhia reforça que a situação está sob controle e sendo monitorada constantemente pelos técnicos responsáveis. A empresa reforça ainda que não há risco de rompimento da estrutura, e todas as medidas estão sendo adotadas para garantir a segurança da população e a continuidade do abastecimento.”

Na ação instaurada pelo MPMG, por meio da 5ª Promotoria de Justiça da Comarca de Cataguases, aquela estatal tem prazo de cinco dias para apresentar o cronograma de trabalho detalhado “diante do alto risco de ruptura da referida caixa d`água”, conforme ofício enviado à Copasa pelo MPMG, assinado pelo promotor de Justiça Gustavo Garcia Araújo. No mesmo documento, o MPMG informa que “o não atendimento importará nas medidas cíveis e criminais cabíveis, tanto à Pessoa Jurídica COPASA, quanto às pessoas físicas responsáveis técnicos da empresa.”

OUTRAS NOTÍCIAS
Ministério Público aciona DER-MG para reparar buraco na estrada Cataguases-Miraí

Promotoria Ambiental denuncia responsáveis por loteamento irregular em Miraí