06/08/2015 às 09h24m


Hoje vamos falar de fraldas

Quando fui organizar o chá do meu bebê Bernardo, fui orientada por diversas amigas a colocar no convite a restrição de escolha entre as fraldas Pampers e Monica.
 
Uma grande amiga minha me deu dois pacotes de fralda da Pom Pom e veio humildemente se justificar, informando que aquela havia sido a melhor fralda que usou com seu filho.
 
Desde que Bernardo nasceu usei diversas fraldas com ele e nunca tive preconceito com nenhuma, ele usou a fralda Huggies menino, Pampers roxa, Pampers vermelha, Monica. Enfim, usei todas que me deram no chá. Quando chegou a vez de usar da Pom Pom, não hesitei pois o fato de não ter que comprar fraldas era muito bom e não desperdiçaria nenhuma.
Tive uma belíssima surpresa quando percebi que aquela era de fato, a melhor fralda que eu usei até aquele momento. Quando acabaram as fraldas voltei para minhas fraldas que ganhei, com pesar, pois havia de fato me encantado com as fraldas da Pom Pomm.
 
No dia 11/07 aconteceu o I seminário internacional de mães em Bh e a Pom Pom foi uma das patrocinadoras e ganhamos diversos produtos da marca. Inclusive um pacote de fraldas extra g da nova linha de fraldas COLO DE MÃE. 
Gente, estou apaixonada!!! Não experimentei até agora fralda melhor. O fecho é um velcro forte que segura muito bem e a duração da fralda (coloco principalmente a noite) é de muitas horas sem ter que trocar. De dia trocamos a fralda de hora em hora, mas de noite não trocamos mais pois Bernardo está com oito meses e não precisa mais dessas trocas noturnas frequentes. 
 
Enfim, hoje usamos a fralda colo de mãe sempre que dá, na minha cidade não existem muitos lugares que vendem essa fralda e por isso não é fácil de achar. Até  hoje só achei um pacote, mas quando achar,  não abro mão de comprar, mesmo ainda tendo fraldas remanescentes do chá de bebê.
 
Estamos usando também o sabonete que ganhamos no evento. Mamães, é uma delícia, Bernardo fica o dia inteiro cheiroso, sem contar que o sabonete já sai em formato de espuma, não ficando grudado na pele do bebê. Arrasaram!!!
 
Bom mamães, ficam as dicas e principalmente, não deixem de experimentar marcas diferentes das que todo mundo diz que são boas. Vocês podem ter excelentes surpresas como eu tive!!

Autor: Débora Brito

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Primeiramente, me desculpem a ausência, mas nas últimas semanas estive envolvida nos preparativos para a festa familiar de batizado do meu filho.
Eu não ia fazer festa, nada além do evento na Igreja. Porém, mudei de idéia por medo de me arrepender. Era um momento único, que jamais irá se repetir.
Eu sempre fui uma pessoa que gostava de sair, de uma balada ou um show, porém depois que meu filho nasceu, percebi que amo festas e mais ainda amo elaborar, conceber e criar o evento. Pra ser bem exata, tudo começou no chá de bebê, não resisti a reunir amigas em torno daquele momento tão importante para mim.
Acho que a gravidez acendeu em mim essa necessidade de celebrar a vida, mais forte do que nunca e por isso não deixo mais nada passar sem uma celebração. Todo mês tem bolo de mesversário para meu príncipe e vou fazer até 1 ano... pelo menos rss.
Fiz um evento pequeno, apenas para família, o que no caso do pai do Bernardo significa umas 50 pessoas mais ou menos e por isso não convidei amigos, deixarei para "compensá-los" no aniversário de 1 ano. A família é grande e unida graças a Deus.
Comecei a criar o batizado faz uns dois meses. Repeti o tema do chá de bebê, "O pequeno príncipe", pois achei justo fazer uma celebração com o pequeno príncipe presente. A partir daí foram surgindo várias idéias. Por fim, acho que consegui fazer uma festa muito bonita e acolhedora, sem contar que tudo estava uma delícia.
Os salgadinhos foram feitos pela avó do meu filho, Adélia e o bolo, que estava deliciosamente divino, pela Tia Cinthia, os doces foram feitos pela tia Rita e os doces personalizados, cupcakes e pirulitos pela talentosa Larissa Werneck. Personalizados fui eu que fiz e imprimi tudo na Neográfica, e fiz a montagem da festa. Contratei minha prima Alyne Santtos para colocar o tecido que ornamentou parede e chão e também levou mesa, armário e bandejas, se fosse eu colocando o tecido, juro que ia parecer banheiro de bar!!! Dom é dom e ela sabe o que faz.
Enfim, o motivo de resolver celebrar é puramente emocional. Uma necessidade de comemorar tudo, de agradecer por essa vida maravilhosa que a mim foi concedido o privilégio de guiar em sua trajetória.
Fiz tudo com muito amor e acho que por isso o resultado é tão lindo. Obrigada a todos profissionais envolvidos!! Obrigada minha mãe por me apoiar quando resolvi fazer e obrigada ao Universo por tudo ter saído como planejado, ou ainda melhor. 

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Autor: Débora Brito

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Não existe fórmula certa de como ser mãe. Não nascemos com um manual e nem tudo que funciona para uma mãe, funciona para todas. Porém, com as imensas mudanças nos relacionamentos familiares e na busca por melhores formas de criar os filhos, nos deparamos com diversas técnicas que efetivamente nos ajudam. Acontece que na maioria das vezes não temos acesso direto a essas pessoas brilhantes que escrevem tais técnicas. Finalmente temos uma oportunidade de reduzir essas distâncias. Está chegando o 1ª SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE MÃES, que acontecerá no dia 11/07/2015, no Ouro Minas Palace Hotel em Belo Horizonte. As vagas são limitadas e o valor promocional está com desconto e para facilitar ainda mais nossa vida, parcelam no cartão.  

O evento contará com grandes nomes do estudo familiar e infantil. Além de ser um evento onde encontraremos diversas mães, que como nós, tem dúvidas, inseguranças e muito amor pra dar, teremos a oportunidade de ouvir a esses experts:

Pamela Druckermann – autora do best-seller Crianças Francesas Não Fazem Manha
Melinda Blau – que em parceria com Tracy Hogg, deu vida a três livros best-sellers: "A Encantadora de Bebês", "Mais Segredos de Uma Encantadora de Bebês – Para Crianças de 1 A 3 Anos" e "A Encantadora de Bebês Resolve Todos os Seus Problemas".
Laura Muller - Psicóloga clínica, educadora sexual e comunicadora social, palestrante e figura conhecida nas participações como sexóloga do programa Altas Horas, do Serginho Groisman, da TV Globo
Cris Guerra - A publicitária, escritora e colunista de moda, é também autora do blog Para Francisco, sucesso que virou livro, em 2008, escrito para o seu filho, e que virará filme, tendo Debora Falabella no papel de Cris. 
Luiz Alberto Hanns - Saber lidar com os desafios de estar casado hoje em dia é o que o psicólogo, psicanalista e pesquisador em psicoterapia comparada Luiz Alberto Hanns propõe no livro "A Equação do Casamento - O Que Pode (ou Não) Ser Mudado na Sua Relação", 
Márcia Neder - Jornalista, com mais de três décadas de experiência em revistas femininas da Editora Abril, e especialista em comportamento. Foi Diretora de Redação de Nova e Claudia, e Publisher de Elle, Estilo/In Style, Boa Forma, Women’s Health, Saúde é Vital, Bons Fluidos e Vida Simples, em todas as suas plataformas: impressas, digitais e eventos. Criou a revista Claudia Bebê e desenvolveu o canal Pais&Filhos TV, no YouTube.
Mônica Figueiredo - Jornalista, com mais de três décadas de experiência, é uma das profissionais de maior expressão na área de publicações dirigidas aos públicos feminino e juvenil.


Autor: Débora Brito

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21/05/2015 às 08h57m


Vôo doméstico com um bebê

Hoje em dia está cada vez mais fácil trocar o ônibus pelo avião. Os aeroportos estão se multiplicando abrangendo grande quantidade de cidades e facilitando a escolha das famílias ao decidir como viajar.

Porém, por mais fácil que seja a viagem de avião, existem cuidados e dicas preciosas para quando se viaja com bebês. Por mais que nesses casos o atendimento seja preferencial é sempre bom ficar atento.

Em conversa com a parceira Ágatha Mazini, consegui umas dicas valiosas. Ela voou com sua pequena Ana numa viagem de 1:15h de duração e poderíamos dizer que o saldo foi positivo. Além das dicas que obtive no nosso papo vou incluir outras que são essenciais para um vovo tranqüilo.

- DOCUMENTAÇÃO: Certidão de nascimento original ou cópia autenticada ou RG seu e do bebê

- Colocar na emissão de passagem que está com um bebê e quando se apresentar para o check in( tem que ser pessoalmente), pode requisitar uma das cadeiras especiais que só são disponibilizadas na hora do embarque

- Para evitar o desconforto nos bebês causado pela pressão, ofereça chupeta, mamadeira, peito, caso contrário pode gerar uma crise de choro e de acordo com nossa parceira "não tem para onde correr" o que piora o quadro e gera um desconforto ainda maior. Ela acrescentou que o importante é tentar distrair a criança. Para isso seria legal ter a mão alguns brinquedinhos, mas evitemos os que fazem muito barulho para não incomodar demais outros passageiros, certo?

- Caso você vá com o carrinho, pode ficar com ele até a hora de embarcar, quando então um funcionário levará para o compartimento de bagagem e te entregará assim que pousar. O carrinho não conta como bagagem.

- A bagagem de mão deverá ser guardada, portanto é interessante retirar o que pode vir a precisar durante o vôo. " É bom ter sempre a mão, ...,brinquedos , mamadeiras já com água e compartimento para leite se o bebê não mama no peito e itens de higiene.Levei também para o avião travesseiro ( pequeno) e manta, para melhor acomodá- la no meu colo, já que as companhias aéreas não disponibilizam assento próprio", explicou a mãe da Ana.

A viagem não é tão diferente de uma viagem comum, basta tomar alguns cuidados e ter atenção com alguns detalhes. 

Documentos na bolsa e bagagem pronta, boa viagem e aproveitem muito!!! Não deixem também de acompanhar no face a página da nossa parceira Àgatha, ela faz belíssimos lacinhos para meninas, segue link da página Lacinhos da Ana: https://www.facebook.com/Lacinhosdaana?fref=ts


Autor: Débora Brito

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08/05/2015 às 08h59m


Introdução alimentar

A organização mundial de saúde indica o aleitamento exclusivo até os 6 meses de vida do Bebê. Após esse período o leite materno sozinho não consegue suprir todas necessidades do bebê, devendo então ser feita a introdução de alimentos. Mas ele ainda é o principal alimento. 

A importância de aguardar até os 6 meses para introduzir outros alimentos que não sejam leite, artificial ou materno é devido ao sistema digestivo incompleto dos pequenos.

Porém, cabe esclarecer que esse marco de 6 meses é uma indicação e não uma obrigação. Alguns fatores serão essenciais para determinar se seu pequeno está pronto para receber alimentos sólidos. O mais importante é observar se a criança já é capaz de manter a cabeça erguida e sentar-se bem, mesmo que apoiada, isso é importante para evitar engasgos.  Também por esse motivo, os bebês possuem um reflexo e colocam a língua pra fora (extrusão). Até esse momento de suas vidas esse reflexo ajudou a impedir que engasgassem. Esse reflexo diminui e até desaparece entre 4 e 6 meses.

O principal nesse momento é ter paciência. O bebê costumava se alimentar de um líquido, de uma forma natural, perfeitamente desenhada para funcionar e agora está comendo um alimento sólido ou semi sólido.

Inicialmente pode parecer que o pequeno não gostou de determinado alimento, o que pode demorar até 10 vezes para ele se acostumar com o gosto ou pode apenas ser o reflexo que o faz colocar a língua com a comida pra fora.

A introdução deverá ser feita de acordo com orientações de seu pediatra.

Existem hoje duas formas mais comuns de realizar a introdução alimentar: papinhas e BLW. Claro que podemos encontrar um caminho do meio e o mais importante é adaptar todas boas técnicas ao que seja mais conveniente para nós e nossas crianças.

As papinhas são legumes e frutas normalmente cozinhos, amassado e às vezes coados. Existem diversas receitas na internet, inclusive de papinhas orgânicas. Mais uma vez isso tem que ser de acordo com o estilo de vida de cada família. É recomendado não coar para não eliminar todas as fibras presentes nos alimentos. 

O BLW – Baby Led Weaning, nome complicado para o desmame guiado pelo bebê, significa que nessa técnica quem define a introdução de alimentos é o bebê e não o cuidador. 

O método é bastante simples, bastando colocar o bebê à mesa durante as refeições juntamente com a família e deixar que o bebê, com suas mãos, pegue pedaços de alimentos. Levando eles até a boca, poderá provar e definir se gosta ou não. Especialistas no assunto garantem que não há o risco de os bebês engasgarem com a técnica a partir dos 6 meses.

Alguns cuidados devem ser tomados para evitar qualquer problema. Nunca deve deixar o bebê sozinho quando estiver utilizando essa técnica. Além disso, especialistas acreditam que o bebê, sentindo com a mão o tamanho e consistência do alimento, mais fácil identifica o mecanismo do engasgo e consegue evitá-lo. Uma das vantagens desse método é o desenvolvimento motor, uma vez que a criança dependerá de sua coordenação motora para levar o alimento até a boca. Claro que o adulto pode e deve ajudar quando o bebê tiver dificuldades, porém, também deve deixá-lo tentar e fazer ao seu modo. Eu recomendo que seja comprado e esterilizado um plástico para ser colocado embaixo da cadeira do bebê para aproveitar os pedaços de alimentos que possam cair. Outra grande vantagem da técnica é o bebê estar se alimentando com a família, de alimentos que todos familiares estão comendo. Não se oferece o que ele não pode comer sozinho e não se coloca os pedaços em sua boca, é importante que o bebê o faça para evitar os engasgos.

A introdução de novos alimentos deve ocorrer da mesma forma que em outras técnicas, 1 alimento novo a cada dois dias mais ou menos, consulte seu pediatra. Vai ter bagunça e lambança, mas essa fase dura pouco e ao final o bebê estará muito mais apto a se alimentar sozinho.

Medidas de Segurança (tiradas do Grupo Virtual de amamentação)

*O bebê deve ser capaz de se sentar sozinho, segurar objetos e levar a boca por própria conta. 
*NUNCA deixe o bebê sozinho com a comida.
*NUNCA ofereça alimentos em posição deitada ou semi-deitada.
*O dorso deve ficar livre para se mexer para frente e para atrás. Se possui cadeirão de 5 pontos use apenas o cinto ao redor da cintura.  
*NUNCA abra a boca à força. Nem force engolir a comida.
*Não o engane ou distraia para colocar comida na boca.
*Não se apavore, não grite e nem assuste o bebê se o ele manifesta o pseudo-engasgamento ou gag-reflex.
*A alimentação da família que é oferecida deve ser de alimentos saudáveis. Nada de industrializados, leite de vaca e derivados ou mel antes de 1 ano.

Caminho do meio 
Bom uma sugestão que faço para quem não quer seguir radicalmente nenhuma das opções acima é um meio termo. Servir papinhas e também alimentos sólidos ou semi sólidos, de forma que seu filho se alimente, mas também tenha todas as vantagens do BLW.



Autor: Débora Brito

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Hoje em dia a variedade de carrinhos no mercado é enorme. Antigamente era bem mais fácil, pois só existia aquele da girafinha e pronto RSS Bom, como escolher o melhor carrinho para você entre tantas opções é realmente uma dúvida que todas as grávidas tem. Primeiramente vamos pensar que o maior interessado é o bebê, portanto o carrinho não precisa ser bonito porque ele não vai ligar pra isso, mas precisa ser muito confortável.

Não haverá jamais o carrinho ideal. Não adianta você escolher um carrinho e achar que ele vai lhe servir como uma luva em todos os momentos. Haverá algum momento em que você irá pensar porque resolveu comprar aquele e não outro. É o meu caso ao subir a escada do prédio onde moro, nosso carrinho não me ajuda em nada e por isso resolvi deixá-lo estacionado na casa da vovó para evitar o sobe e desce.

Bom, então vamos aos itens essenciais que você deve analisar em qualquer carrinho que você compre.

INMETRO – se não tiver certificação do INMETRO não cabe nem considerar esse carrinho.

Segurança – o carrinho deve vir com o cinto de três pontos. Lembre-se que você irá carregar a pessoa mais importante da sua vida e você não quer correr riscos, além do mais bebês podem ser frenéticos (tipo o meu mini boy magia) que bate pernas e braços e não sossega com a cabeça encostada no assento. Não abra mão desse item em hipótese alguma.

Posições – opte sempre por um carrinho que incline bem, que deite ou praticamente deite. Carrinhos podem ser usados por períodos curtos para o bebê dormir. Não é recomendado um bebê ficar horas a fio deitado no carrinho, mas umas duas horas não irá lhe fazer mal. Aqui em casa acontece isso nos cochilos do dia, e ainda com a facilidade de balançar o carrinho ajuda a manter o bebê dormindo pelo tempo que queremos.

Durabilidade – consulte por quento tempo, até quantos anos você poderá usar o carrinho. No Brasil não temos a prática de usar carrinho com bebês maiores, porém pode ser uma mão na roda. Portanto um carrinho robusto, mais forte pode ser mais útil. Ademais, se vier um segundo baby, você saberá que pode usar o carrinho com ele porque adquiriu um forte. Você pode comprar dois carrinhos também, um para quando o bebê nascer e outro para quando estiver mais velho.

Peso do carrinho – lembre-se que pode acontecer de você estar com o bebê numa mão e o carrinho na outra, portanto leve em consideração isso também.

Rodinhas e freios – as rodinhas deverão ficar bem longe das delicadas e curiosas mãozinhas dos nossos babys, senão acidente na certa. Rodas maiores, do tipo de bicicleta, absorvem melhor o impacto. Os freios deverão ser fortes e travar bem, para evitar qualquer movimento do carrinho quando acionados.

Assento – macio, confortável, porém firme. Um de aproximadamente 28 cm irá servir muito bem e ter um tamanho razoável.

Protetor de sol – nos dias de hoje aquela coberta que os carrinhos tem são imprescindíveis para proteger nossos babys.

Altura da alça para empurrar o carrinho – a não ser que você queira dores horrorosas nas costas compre um carrinho que seja de acordo com a altura para você empurrar sem forçar as costas ou um que tenha altura regulável.

Antes de comprar em definitivo o carrinho, o ideal é experimentá-lo, medi-lo (lembre-se das portas de sua casa e do seu porta malas). Porém, muitas vezes não é possível, principalmente para nós que moramos no interior. Diante dessa situação leia bastante, assista vídeos, peça opinião de quem já tem para poder fazer uma boa escolha de carrinho.

Considerações sobre os carrinhos existentes: 

Do tipo guarda chuva; sem dúvida o mais fácil de carregar, cabe em qualquer lugar e certamente o mais barato. Porém são menos duráveis e muito pouco confortáveis, portanto são ideais apenas para passeios curtos. Além disso, analisei vários carrinhos para decidir qual comprar e os desse tipo não protegiam muito bem o assento do sol.

Carrinhos tradicionais: para analisar os carrinhos tradicionais use os critérios já expostos acima, além de verificar também sobre o bebê conforto. Muitos já vêem com bebê conforto do tipo que se acopla ao carrinho, ou mesmo que substitui o assento do carrinho (esse é o melhor).

Carrinhos de três rodas: verifique se são comuns ou para Cooper e compre de acordo com sua necessidade. Leia bem o manual antes de uso e lembre-se de perguntar ao pediatra com quantos meses o bebê poderá fazer Cooper junto dos pais no carrinho.

Carrinho duplo: para gêmeos ou para bebês maiores com recém nascidos. Os critérios são os mesmos. A maior atenção que se deve ter aqui é se você vai preferir os bebês lado a lado ou em trenzinho.


Autor: Débora Brito

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16/04/2015 às 08h13m


Porque decidi escrever para mães

A primeira semana de vida do meu filho foi difícil para nós. Eu amei a gravidez, curti cada segundo da minha barrigona enorme e vivi intensamente tudo. Li bastante, estudei sobre maternidade. Aprendi que o bebê deveria mamar de três em três horas para que eu tivesse um tempo pra mim, aprendi que o bebê deve receber a última mamada as 23 horas, com bastante volume para dormir uma noite toda. Li vários livros e aprendi tudo sobre como criar um bebê. Comprei um monte de chupetas porque estavam em promoção e ficava com medo de meu filho perder e eu não achar o mesmo modelo depois. Comprei dois kits de uma mamadeira excelente, a tal melhor do mercado que imita o bico do peito da mãe. Eu ia voltar ao trabalho quando meu filho tivesse dois meses.
Bernardo nasceu. 

O maior amor do meu mundo nasceu.

Meu filho, tão amado e esperado. Mas eu não estava feliz. Isso não me fez a pessoa mais feliz do mundo. Hoje enxergo por que. Na terceira noite em casa, sem conseguir colocar em prática tudo que estudei, sem dominar a situação, pirei, quebrei, cai... haviam trocado meu bebê ideal por um que não respondia às minhas atitudes com a reação esperada. Meu mundo caiu. Graças ao Universo isso aconteceu.

O que veio a seguir foi meio fênix, renascendo das cinzas. Quando me disseram que eu teria que ser medicada para depressão pós parto e não poderia mais amamentar decidi que não trataria da forma convencional, mas que procuraria meios para sair daquela situação. Chamei minha psicóloga e meu homeopata e começamos o tratamento. Parar de amamentar não era uma opção.

Quiseram dar bico ao meu filho e meu instinto disse para não dar, hoje conheço a confusão de bicos e o que ela pode acarretar. Meu filho tem uma pega perfeita e meu bico nunca rachou. Fui convencida de que meu peito precisava de horas para produzir leite (as benditas 3) e que eu tinha que descansar a noite toda e por isso introduzimos Leite Artificial a noite.

Voltei a estudar. Dessa vez numa direção totalmente oposta, mas muito mais inteligente. Entrei no GVA – Grupo Virtual de Amamentação, descobri a criação com apego e foi ai que tudo mudou.

Meu filho hoje tem 4 meses, mama exclusivamente no peito desde 1 mês e 1 semana e seguirá assim pelo menos até 6 meses. Pretendo deixar que ele desmame ao seu tempo e não no meu. E se possível que ainda mame no peito até um ou dois anos de idade. Não chupa chupeta, simplesmente não gosta e eu não ligo. Ele briga pra dormir, mas o bebê da fulana, que chupa chupeta também briga. Pelo menos vou economizar com o ortodontista. Além disso, tenho chupetas para dar e vender, literalmente. Não mama de 3 em 3 horas, não dorme uma noite toda, não possui rotina rígida. Mas é uma criança feliz. É criado com apego, no colo e com cama compartilhada. Não é deixado chorando e sabe que sempre que precisar a mãe e o pai estarão ali pra ele. É uma criança super ativa, adiantada para idade (faço vídeos senão ninguém acredita) e inteligente. É simpático, agradável e todo mundo adora ele. Mas o mais importante eu já disse, é uma criança feliz, claramente feliz.

Hoje pretendo escrever para mães para ajudá-las a não passar pelo que eu passei ou pelo menos passar com apoio. Saber que podemos passar por essas situações e sair mais forte, dá ânimo e ainda mais garra pra seguir em frente. Paguei minha língua com várias certezas que eu tinha, mas sou mais feliz hoje, respeito meu tempo e o tempo do meu filho. E continuo estudando, continuo buscando ser uma pessoa melhor e uma mãe boa, mas real.

Pretendo falar das coisas que acontecem no dia a dia, tirar dúvidas e ajudar outras mães!! A maternidade é minha paixão e venho dividir com vocês!!!


Autor: Débora Brito

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Perfil

Advogada, viu seu mundo virar de cabeça para baixo ao se tornar mãe e decidiu que de cabeça pra baixo era melhor de se viver. Engajada em praticar o melhor da maternidade para seu filho vem repartir suas descobertas e estudos sobre os mais variados temas que envolvem o mundo mágico da família.
Todos os direitos reservados a Marcelo Lopes - www.marcelolopes.jor.br
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