17/11/2017 às 19h26m


Doe sangue


Paiva Netto

 

Estamos na Semana Nacional do Doador Voluntário de Sangue, comemorada, desde 2003, sempre no fim do mês de novembro. Um pedido recorrente do Ministério da Saúde é "que as pessoas sejam doadoras também durante o período das férias, para que o estoque dos bancos de sangue nos hemocentros esteja assegurado".

 

Atendamos a essa convocação. Saiba antes se você possui as condições físicas ideais para ser um doador. Seu gesto de Caridade pode salvar muitas vidas.

 

Deus tem muitos sinônimos

 

Tudo que do Amor Divino nasce é verdadeiramente sublime. De certo, firmado nessa realidade, o dramaturgo e poeta francês Victor Hugo (1802-1885) ensinava que "o Espírito se enriquece com aquilo que recebe, e o coração, com o que dá". Portanto, sem o Amor, que é Deus, o ser humano vive desgovernado, longe da Verdade, que é a Palavra Dele. (Evangelho de Jesus, segundo João, 17:17: "Pai, Tua Palavra é a Verdade".)

 

Se você não crê na existência do Pai Celestial, não se sinta excluído pela minha afirmativa. Pense, então, em bom senso, porque quem não o exercita também vive em desgoverno.

 

Deus tem muitos sinônimos, tais como Amor, Fraternidade, Solidariedade, Compaixão, Clemência, Generosidade, Misericórdia, Altruísmo e tudo o mais que valoriza as criaturas, conduzindo-as à Paz consigo mesmas e com os outros.

 

Por consequência, o Criador não apoia manifestações de ódio em Seu Santo Nome. Muito apreciada, pois, esta admoestação de Martinho Lutero (1483-1546): "Não desejo que as pessoas lutem em favor do Evangelho pela força e pelo morticínio. O mundo tem de ser conquistado com a palavra de Deus".

 

De que Deus fala o grande reformador? Evidentemente que a respeito Daquele enunciado por João Evangelista, na sua Primeira Epístola, 4:16: "E nós conhecemos e cremos no Amor que Deus tem por nós. Deus é Amor. E aquele que permanece no Amor permanece em Deus, e Deus, nele".

 

E tamanha é a compreensão que Lutero tinha do magnânimo Sentimento Divino que o versículo de sua preferência na Bíblia fala por si, a quem tem "olhos de ver e ouvidos de ouvir""De tal maneira amou Deus ao mundo, que lhe mandou o Seu Filho Unigênito, de forma que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a Vida Eterna". (Evangelho do Cristo, segundo João, 3:16.)

 

O velho pregador alemão sabia que não há outro caminho senão o do Amor, que é sinônimo de Caridade. Outro grande sábio da História, Dante Alighieri (1265-1321), em A Divina Comédia, escreveu: "O Amor é a força que move o Sol e outras estrelas". Por isso, viver afastado Dele é sofrer a orfandade da Alma. Deus não tem bigode nem barba. A Sua Face é o Amor.


Autor: Paiva Netto

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23/10/2017 às 18h38m


TBV no Outubro Rosa


Paiva Netto

Quinze de outubro, Dia do Professor! Um ser, uma Causa, cujo nobre propósito esclarece criaturas, edifica bons cidadãos. Aos dedicados educadores, idealistas de vulto de nossa Pátria, os parabéns da LBV! E realmente eles precisam de melhores salários.

 

No mesmo espírito de elucidar seres humanos, o Templo da Boa Vontade (TBV), até o dia 31 deste mês, apresenta uma iluminação diferenciada. Em apoio à campanha internacional Outubro Rosa, que evidencia a importância da prevenção do câncer de mama, a cor rosa será refletida sobre as sete faces da pirâmide da LBV.

 

No Brasil e no exterior, essa cor no laço — que simboliza a luta contra a doença — é estampada em monumentos, prédios públicos, pontes, igrejas, estabelecimentos comerciais, enfim, uma rede de solidariedade se forma em torno do tema, levando as pessoas a expressarem sua adesão das mais criativas formas. Assim tem feito também a Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV — Oi TV, canal 212, e Net Brasil/Claro TV, canal 196 —, imprensa e internet).

 

Realizar periodicamente exames preventivos é uma providência que deve nortear a todos. Segundo o Ministério da Saúde, "o câncer de mama é a segunda causa de morte entre mulheres". O Instituto Nacional do Câncer (INCA) apresenta estimativa de que 2016 trouxe em seu bojo aproximadamente 58 mil novos casos. A detecção precoce, com o exame clínico da mama e a mamografia, pode salvar muitas vidas.

 

O TBV, que completa seu 28o aniversário em 21 de outubro, reúne nesta época um número ainda maior de peregrinos que desejam usufruir de sua mística de esperança alimentada pelo Ecumenismo Divino. Ocasião, pois, modelo para milhares de visitantes adquirirem mais conhecimentos quanto aos imprescindíveis cuidados com a saúde do corpo.

 

Diariamente, às 18 horas, na Hora do Ângelus, no Templo da Paz, estamos dedicando uma oração às famílias que lutam contra o câncer de mama e as demais doenças. Venha compartilhar sua Fé nesse ato de Caridade Espiritual.


Autor: Paiva Netto

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19/10/2017 às 18h42m


Solidariedade: um caminho para a Paz


 

Paiva Netto

 

A Paz desarmada jamais resultará apenas dos acordos políticos, todavia, igualmente, de uma profunda sublimação do espírito religioso. Como grandes feitos muitas vezes têm suas raízes em iniciativas simples, mas práticas e verdadeiras, de gente que, com toda a coragem, partiu da teoria para a ação, com a força da autoridade de seus atos universalmente reconhecidos, valhamo-nos deste ensinamento de Abraão Lincoln (1809-1865): "Quando pratico o Bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião". Ora, ninguém nunca poderá chamar o velho Abe de incréu...

 

Dinheiro e fama podem tornar-se um pesado fardo para o ser humano. Dificilmente trazem felicidade. A não ser à medida que correspondam a benefícios promovidos em favor do coletivo. Eis um caminho para a Paz entre aqueles que tudo têm e os que necessitam de auxílio: Solidariedade.

 

Quando você compreende o sentido da renúncia, aprende a amar. É nesse momento que a felicidade genuinamente se apossa do seu coração. Lição do Bhagavad-Gita: "Conhece a Paz quem esqueceu o desejo".

 

Pensamento firmado na Paz — Transformações perenes com frequência surgem nos instantes de grande agitação histórica. Os tenazes crescem em tempos de refrega. Se o fizerem com o pensamento firmado na Paz, o efeito de seus esforços marcará sua passagem pela Terra com o sinete da Luz. O ilustre médico brasileiro Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900) ensinava que, "se aspiramos transmitir a Paz, se queremos elevar o coração da criatura, não podemos prescindir, em nossas vidas, de uma profunda e radical mudança na busca do fortalecimento da Fé e do entendimento dela".

 

O efeito da Justiça será a Paz — Os povos geralmente conseguem sobreviver às maiores confusões que lhes atravessam o caminho. É muito boa essa teimosia, esse bom senso de tanta gente que fundamenta as suas ações na Coragem, como também no Amor, no Bem, na Solidariedade, na Fraternidade e na Razão esclarecida pelo raciocínio iluminado por Deus. No entanto, nunca no fanatismo.

 

Tamanho denodo é que tem feito a Humanidade subsistir a tanta loucura. A seguinte lição de Isaías, no seu livro do Antigo Testamento da Bíblia Sagrada (32:17), referenda essa realidade quando afirma: "O fruto da Justiça será Paz, e a operação da Justiça, repouso e segurança para sempre".


Autor: Paiva Netto

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17/10/2017 às 19h21m


Francisco de Assis e a prece


                                                                                                                          Paiva Netto

 

Em 4 de outubro, comemoramos o Dia de São Francisco de Assis, patrono da Legião da Boa Vontade. O santo da Úmbria deve ser lembrado, principalmente, pela coragem que teve de vencer o egoísmo reinante em sua época (e em todos os tempos), reformando as Almas pelo exemplo de renúncia e amor ao próximo.

A grandeza do "Poverello" reside no ter-se integrado, abnegadamente, à divina vontade do Cristo. É, portanto, o melhor caminho para todos nós. Aspirações superiores supõem elevadas responsabilidades, que só podem ser levadas a bom termo quando a inteligência do plano espiritual permear as decisões humanas, não somente na religião, mas na política, na ciência, na filosofia, no esporte, enfim, em todos os aspectos sociais, porque nenhum deles pode prescindir da inspiração do Alto.

Aí o papel da oração, à qual todos devemos recorrer, não apenas nos momentos de dor, mas como exercício diário para o fortalecimento do Espírito e o refinamento da nossa sintonia com o Pai Celestial.

Nunca é demais, pois, transcrever a magistral prece de São Francisco de Assis, que o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), deixou, à posteridade, imortalizada em sua voz. Ela alenta os corações de milhões de ouvintes e telespectadores da Super Rede Boa Vontade de Comunicação:

"Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa Paz; onde haja ódio, consenti que eu semeie Amor; perdão, onde haja injúria; fé, onde haja dúvida; verdade, onde haja mentira; esperança, onde haja desespero; luz, onde haja treva; união, onde haja discórdia; alegria, onde haja tristeza. Ó Divino Mestre! Permiti que eu não procure tanto ser consolado quanto consolar; compreendido quanto compreender; amado quanto amar. Porque é dando que recebemos; perdoando é que somos perdoados; e morrendo é que nascemos para a vida eterna".


Autor: Paiva Netto

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12/10/2017 às 17h21m


Ecumenismo é Paz no planeta


 Paiva Netto

 

Reflexões da Alma, título que lancei, em 2003, no Brasil e em terras lusitanas, no ano de 2008, segue a Ideologia do Bom Samaritano, tão bem acolhida pelo ilustre povo português, acerca da qual escrevi na revista BOA VONTADE, número 197, de janeiro de 2005: ajudar o próximo e esclarecê-lo, espiritual e intelectualmente, para que saiba enfrentar os inúmeros desafios cotidianos e consiga erguer uma jornada de vitórias. E, conforme elucidei em Como Vencer o Sofrimento (1990), quando o ser humano se esmera em aprimorar-se no Espírito, tudo melhora à sua volta. A saída está em educar ecumenicamente.

 

O Ecumenismo Divino é uma questão a ser realizada, pois o estado do mundo real infelizmente é, sob diversos aspectos, ainda este: "Mesmo que seja certa a proposta de outra criatura, se não é do meu rebanho, não interessa". A solução, portanto, para tamanho absurdo é o Ecumenismo, do qual tanto lhes falo nas múltiplas publicações da Editora Elevação e na mídia eletrônica, destacando-se a internet. Exemplificando que a Boa Vontade é o elo de sapiência que nos une como seres espirituais e terrenos, porque a vida na Terra começa no Céu, exponho nos meus escritos e palestras o pensamento de gente dos incontáveis redis religiosos, políticos, científicos. E, universalizando, ideológicos. Esses meus Irmãos em humanidade, quando trazem em si e nos seus textos uma extensa variedade de expressões em que todos podemos, com um mínimo de Boa Vontade, encontrar-nos, demonstram, assim, que o Ecumenismo é verdadeiramente instrumento de Paz num planeta em que qualquer diletante promove a guerra. Mas "se queres a Paz, prepara-te para a Paz", já dizia Rui Barbosa (1849-1923). Concordo com Vinicius de Moraes (1913-1980), o saudoso poetinha — como ficou conhecido o inesquecível parceiro de outro gênio da Bossa Nova, Tom Jobim (1927-1994) —, que, com sua peculiar inspiração, versejou: "Você é, ao mesmo tempo, um coração que bate e um único batimento nesse corpo chamado humanidade".


Autor: Paiva Netto

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10/10/2017 às 18h15m


As crianças e a Mãe de Jesus


Paiva Netto

 

Em 12 de outubro, no Brasil, homenageamos Maria Santíssima, Mãe Universal da Humanidade, e as crianças, alegria do mundo! Os pequeninos sempre aguardam com expectativa esse dia. Que Nossa Senhora Aparecida, uma referência dos Irmãos católicos à Mãe de Jesus, proteja do mal as criancinhas!

 

Aproveito para lhes trazer um belo exemplo de Amor Fraterno, abençoado pela Mãe de Jesus, que vem dos jovenzinhos. Apresentei-o, há vários anos, na Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV e internet). Fui buscá-lo na obra Lendas do Céu e da Terra, de Malba Tahan. Muitos de vocês talvez já conheçam esse conto, mas, diante dos graves problemas de convivência humana no planeta, é importante ressaltarmos o que de bom igualmente existe para que o bem seja multiplicado.

 

Vamos ao que Malba Tahan, pseudônimo do professor de matemática Júlio César de Melo e Sousa (1895-1974), escreveu e a alguns comentários que fiz:

"Uma menina chinesa conduzia às costas um pequenino de dois anos de idade. Ao vê-la passar, vergada ao peso daquela carga, um sacerdote perguntou-lhe:

 

"— É pesado, menina?

"— Não, senhor — respondeu ela, muito vivaz. — É meu irmão!

 

"Que linda resposta a desta menina! Atentem no profundo ensinamento que suas palavras encerram! Como parece suave a carga quando levamos ao ombro o irmãozinho querido!

 

"Do mesmo modo, se seguirmos fielmente os preceitos evangélicos, seremos induzidos a levar a Caridade a todos os nossos semelhantes. E o sacrifício em proveito do próximo, então, se tornará muito leve, pois será feito por um irmão".

 

Jesus, o Cristo Ecumênico, o Pedagogo Celeste, ensinou que nos devemos amar uns aos outros como Ele nos amou e tem amado. E disse mais o Divino Amigo: "Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. (...) Não há maior Amor do que doar a própria vida pelos seus amigos. (...) Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos amo. Permanecei no meu Amor" (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35; 15:12, 13 e 9).

 

Vale a pena destacar novamente o que disse a garotinha quando o religioso lhe perguntou se era pesada a criança que carregava: "— Não, senhor — respondeu ela, muito vivaz. — É meu irmão!"

 

Reconheçamos também nesse irmão bem querido o Brasil, cujo verdadeiro progresso depende da real dedicação de governantes e governados. Ora, meus jovens, quem não intuir ou entender essa lição de Lendas do Céu e da Terra jamais compreenderá a solidariedade humana ensinada pelo Cristo de Deus. Não será um bom menino, uma boa menina, um bom pai, uma boa mãe, um bom avô, uma boa avó, um bom sacerdote, um bom político, um bom filósofo, um bom cientista, um bom economista, um bom pedagogo ou professor, um bom artista, e assim por diante, porque, se não tiver Amor Fraterno no coração, não saberá viver em comunidade, não poderá participar da Sociedade Solidária Altruística Ecumênica, na qual todos compreendem que o sofrimento de um é o de todos.

 

Agora, a conclusão de Malba Tahan em sua página, na forma de tocante prece: "Ó Jesus, Divino Modelo da Caridade, dai-me aqueles puros sentimentos de Amor ao próximo, de que nos deixastes tão admiráveis exemplos; fazei, Senhor, que eu ame santamente os meus semelhantes por Amor de Vós, que nunca deles suponha mal; que lhes acuda em suas necessidades; e que, sofrendo suas fraquezas neste mundo, por amor de Vós [Jesus], possa um dia cantar com eles Vossos louvores, [assim na Terra como] no Céu!"


Autor: Paiva Netto

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06/10/2017 às 19h17m


Vá sem pressa, faça uma prece!


 

Paiva Netto

 

Sempre tenho chamado a atenção das pessoas para que tomem cuidado com o trânsito nas estradas e nas metrópoles.

 

Há muitos anos, num editorial do conceituado jornal brasileiro Folha de S.Paulo, encontrei este pensamento de Goethe (1749-1832), famoso vate e escritor alemão: "A morte é, de certa forma, uma impossibilidade que, de repente, se torna realidade". Realmente, a maioria dos seres humanos não pensa que um dia terá de "passar desta para melhor ou para pior", de acordo com o seu comportamento na Terra.

 

O grande equívoco da Humanidade é viver como se depois da morte nada houvesse. Certamente, conforme nos revelam os Mentores Espirituais, um dos maiores dramas na Pátria da Verdade é a chegada de multidões livres das algemas da carne, mas completamente ignorantes do que seja o Mundo Invisível.

 

Mas voltemos ao editorial da Folha de S.Paulo sobre violência no trânsito, cujo conteúdo, infelizmente, ainda é atualíssimo: "(...) a frase do grande poeta alemão reflete com admirável precisão a maneira como muitos encaram a morte. E não resta dúvida de que essa visão é especialmente comum entre os jovens, cuja inexperiência aliada a um arrebatamento natural como que lhes confere um sentimento de onipotência e imortalidade. E esse sentimento, por ser extremamente enganoso, tem muitas vezes consequências terríveis. As mais notáveis e perversas se fazem ver no alto índice de envolvimento de jovens em acidentes de trânsito no mundo inteiro. Desastres do tráfego já são a principal causa de morte nessa faixa etária, fazendo mais vítimas do que a aids ou outras doenças incuráveis".

 

Não adianta dispor leis para os seres humanos. É preciso prepará-los para a Lei. O código de trânsito já existe. Todos sabem que têm de utilizar o cinto de segurança, diminuir a velocidade e respeitar sinais e faixas. No entanto, por que muitos não cumprem essas normas? Talvez porque não valorizem a própria existência.

 

A campanha Vá sem pressa, faça uma prece!, promovida pela Legião da Boa Vontade (LBV), visa à conscientização de motoristas e pedestres, para que venham a acatar as leis de trânsito por Amor à sua vida e à dos semelhantes.

 

Fica aqui, portanto, a nossa contribuição para o fim da violência no trânsito, de forma que a velocidade irresponsável ainda existente nas ruas se sublime em atos cada vez mais velozes de respeito a todos e de socorro às pessoas em situação de pobreza. Eis o nosso lema: Promover Desenvolvimento Social e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, para que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos, no despertar do Cidadão Planetário.

 

Vá sem pressa, faça uma prece!

 

LBV — trânsito livre para a Vida

Educação e trânsito

 

Lamentavelmente, poucos refletem no fato de que, no Brasil, o trânsito tem feito um número maior de vítimas do que muitas guerras. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em média 150 pessoas morrem por dia nesses acidentes no Brasil. Boa parte desses casos não ocorreria se motoristas e pedestres fossem mais prudentes e observassem dicas simples ao conduzir um veículo ou ao atravessar uma rua. Atitudes iguais a essas evitariam o sofrimento de milhares de famílias e o prejuízo que, todos os anos, é superior a R$ 30 bilhões, segundo estimativas do Denatran, em consequência dos acidentes de trânsito nas rodovias e vias urbanas. 

Por isso, é fundamental:

 

— não dirigir cansado, sob a influência de emoções ou sob efeito de bebidas alcoólicas e/ou de qualquer substância entorpecente;

— não trafegar acima dos limites de velocidade;

— usar constantemente o cinto de segurança;

— conhecer bem o veículo que se dirige e mantê-lo em boas condições de funcionamento;

— desenvolver uma direção defensiva, prevenindo, dessa maneira, acidentes; e

— levar as crianças até 10 anos de idade no banco traseiro do carro.

 

A conscientização é o primeiro passo para o fim da "guerra" nas estradas e ruas brasileiras. Para isso, é muito importante, acima de tudo, que a Boa Vontade esteja presente entre motoristas e pedestres.

 

Vivamos, todos nós, em paz no trânsito!

 

Prece do Motorista*

 

Extraída da revista BOA VONTADE no 26, de agosto de 1958, a oração ficou famosa na interpretação de Alziro Zarur (1914-1979), saudoso fundador da LBV e Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, em seus programas radiofônicos.

 

"Jesus,

"quero que sejas

"a Luz dos meus olhos,

"para que eu veja sempre o caminho certo!

"O Guia dos meus braços,

"para que eu me dirija sempre para o Bem!

"A Força da minha vida,

"para que eu resista na luta diária pelo pão!

"O meu Amigo constante,

"para que eu sirva a todos com Boa Vontade!

"O Amor do meu coração,

"para que eu ame a todos como a mim mesmo!

"Que a Paz de Deus ilumine os nossos caminhos.

"E viva Jesus!"

   

Nota do autor

 

* Constante de meu livro Ao Coração de Deus — Coletânea Ecumênica de Orações (versão pocket), 69a edição, p. 139, publicada pela Editora Elevação.

Autor: Paiva Netto

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28/09/2017 às 19h07m


Desarmar os corações

 Paiva Netto

Relendo o meu livro Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade, lançado em 8 de novembro de 2014, achei alguns modestos apontamentos, os quais gostaria de apresentar a vocês, que me honram com a leitura. 

Por infelicidade, os povos ainda não regularam suas lentes para enxergar que a verdadeira harmonia nasce no íntimo esclarecido de cada criatura, pelo conhecimento espiritual, pela generosidade e pela justiça. Consoante costumo afirmar e, outras vezes, comentarei, eles geram fartura. A tranquilidade que o Pai-Mãe Celeste tem a oferecer — visto, de lado a lado, com equilíbrio e reconhecido como inspirador da Fraternidade Ecumênica — em nada se assemelha às frustradas tratativas e acordos ineficientes ao longo da nossa História. O engenheiro e abolicionista brasileiro André Rebouças (1838-1898) traduziu em metáfora a inércia das perspectivas exclusivamente humanas: "(...) A paz armada está para a guerra como as moléstias crônicas para as moléstias agudas; como uma febre renitente para um tifo. Todas essas moléstias aniquilam e matam as nações; é só uma questão de tempo". (O destaque é nosso.)

Ora, vivenciar a Paz desarmada, a partir da fraternal instrução de todas as nações, é medida inadiável para a sobrevivência dos povos. Mas, para isso, é preciso, primeiro, desarmar os corações, conservando o bom senso, conforme enfatizei à compacta massa de jovens de todas as idades que me ouviam em Jundiaí/SP, Brasil, em setembro de 1983 e publiquei na Folha de S.Paulo, de 30 de novembro de 1986. Até porque, como pude dizer àquela altura, o perigo real não está unicamente nos armamentos, mas também nos cérebros que criam as armas; e que engendram condições, locais e mundiais, para que sejam usadas, que pressionam os gatilhos e os dedos os quais apertam os botões. 

Armas sozinhas nada fazem nem surgem por "geração espontânea". No entanto, são perigosas mesmo que armazenadas em paióis. Podem explodir e enferrujam, poluindo o ambiente. Elas são efeito da causa ser humano quando afastado de Deus, a Causa Causarum*, que é Amor (Primeira Epístola de João, 4:16). Nós é que, se distantes do Bem, somos as verdadeiras bombas atômicas, as armas bacteriológicas, químicas, os canhões, os fuzis, enquanto descumpridores ou descumpridoras das ordens de Fraternidade, de Solidariedade, de Generosidade e de Justiça do Cristo, que é o Senhor Todo-Poderoso deste orbe.

No dia em que o indivíduo, reeducado sabiamente, não tiver mais ódio bastante para disparar artefatos mortíferos, mentais e físicos, estes perderão todo o seu terrível significado, toda a sua má razão de "existir". E não mais serão construídos.

É necessário desativar os explosivos, cessar os rancores, que insistem em habitar os corações humanos. Eis a grande mensagem da Religião do Terceiro Milênio, que se inspira no Cristo, o Príncipe da Paz: desarmar, com uma força maior que o ódio, a ira que dispara as armas. Trata-se de um trabalho de educação de largo espectro; mais que isso, de reeducação. E essa energia poderosa é o Amor — não o ainda incipiente amor dos homens —,  mas o Amor de Deus, de que todos nós nos precisamos alimentar. Temos, nas nossas mãos, a mais potente ferramenta do mundo. Essa, sim, é que vai evitar os diferentes tipos de guerra, que, de início, nascem na Alma, quando enferma, do ser vivente.

As pessoas discutem o problema da violência no rádio, na televisão, na imprensa ou na internet e ficam cada vez mais perplexas por não descobrir a solução para erradicá-la, apesar de tantas e brilhantes teses. Em geral, procuram-na longe e por caminhos intrincados. Ela, porém, não se encontra distante; está pertinho, dentro de nós: Deus!

"(...) o Reino de Deus está dentro de vós" Jesus (Lucas, 17:21).

E devemos sempre repetir que o Pai Celestial é Amor! Não o amor banalizado, mas a Força que move os Universos. Lamentavelmente, a maioria esmagadora dos chamados poderosos da Terra ainda não acredita bem nesse fato e tenta em vão desqualificá-lo. São os pretensos donos da verdade... Entretanto, "o próximo e último Armagedom mudará a mentalidade das nações e dos seus governantes", afiançava Alziro Zarur (1914-1979). E eu peço licença a ele para acrescentar: governantes sobreviventes.

Conforme anunciado no austero capítulo 16, versículo 16, do Livro da Revelação, o Apocalipse, "Então, os ajuntaram num lugar que em hebraico se chama Armagedom". (Armagedom, local onde reis, príncipes e governantes são agrupados para a batalha decisiva.) 

Sobrepujar os obstáculos

Zarur dizia, "na verdade, quem ama a Deus ama ao próximo, seja qual for sua religião, ou irreligião".

Recordo uma meditação minha que coloquei no livro Reflexões da Alma (2003): O coração torna-se mais propenso a ouvir quando o Amor é o fundamento do diálogo. 

E um bom diálogo é básico para o exercício da democracia, que é o regime da responsabilidade. 

Ao encerrar este despretensioso artigo, recorro a um argumento que apresentei, durante palestras sobre o Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração, apropriado igualmente aos que porventura pensem que a construção responsável da Paz seja uma impossibilidade: (...) Isso é utopia? Ué?! Tudo o que hoje é visto como progresso foi considerado delirante num passado nem tão remoto assim. (...) 

Muito mais se investisse em educação, instrução, cultura e alimentação, iluminadas pela Espiritualidade Superior, melhor saúde teriam os povos, portanto, maior qualificação espiritual, moral, mental e física, para a vida e o trabalho, e menores seriam os gastos com segurança. "Ah! é esforço para muito tempo?!" Então, comecemos ontem! Senão, as conquistas civilizatórias no mundo, que ameaçam ruir, poderão dar passagem ao contágio da desilusão que atingirá toda a Terra.

_________________

* Causa Causarum — Expressão em latim que significa Causa das causas — no caso, Deus.



Autor: Paiva Netto

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07/09/2017 às 16h37m


"E a jangada voltou só"


Paiva Netto

Nas belas paragens de Itapuã, na Bahia, vê-se ao longe uma jangada. Silenciosa, vai sumindo no horizonte, conduzida por um simpático ancião de cabeça toda branca, sereno, a cantar uma melodia que parece acompanhar o ritmo das ondas:

"A jangada saiu/ Com Chico Ferreira/ E Bento.../ A jangada voltou só...
"Com certeza foi, lá fora,/ algum pé-de-vento.../ A jangada voltou só.../ Chico era o boi do rancho/ Nas festas de Natá/ Não se ensaiava o rancho/ Sem com Chico se contá./ E agora que não tem Chico/ Que graça que pode ter?.../ Se Chico foi na jangada.../ E a jangada voltou só...
"A jangada saiu...
"Bento cantando modas/ Muita figura fez/ Bento tinha bom peito/ E pra cantar não tinha vez/ As moças de Jaguaripe/ Choraram de fazer dó/ Seu Bento foi na jangada/ E a jangada voltou só..."

Essa é uma das imagens que sempre na Alma guardarei do famoso cantor, poeta, compositor e violonista baiano Dorival Caymmi, que voltou à Pátria Espiritual em 16 de agosto de 2008, na cidade do Rio de Janeiro. Mais vivo do que nunca, pois os mortos não morrem, passa a fazer parte de um time de estrelas que já contava com a presença de Jorge Amado, Carmen Miranda, Tom Jobim, Cartola, Herivelto Martins e Dalva de Oliveira (saudosos pais do amigo Pery Ribeiro), além de tantos outros valores inestimáveis da cultura brasileira. Aliás, Pery e também Nonato Buzar, ambos também hoje na Pátria da Verdade, estiveram no cemitério São João Batista, para homenagear o grande ícone da música nacional.

Vidas cruzadas

Em diversas oportunidades, inclusive neste espaço, comentei o fato de esse extraordinário músico ter sido decisivo na aproximação de meus pais, escolhido por eles como padrinho de casamento. Passei a infância e a mocidade ouvindo e cantando Caymmi lá em casa.

A dedicatória que recebi da amável Stella, neta dele, em sua obra Dorival Caymmi – O mar e o tempo, fala-nos dessa amizade: "Querido Paiva Netto, a história de teu pai se cruza com a de meu avô. Que você curta muito o meu livro, beijos, Stella".

Ainda nessa biografia, há o seguinte registro da autora: "(...) o jornalista e radialista Alziro Zarur (1914-1979) – futuro fundador da Legião da Boa Vontade – escreveu uma nota em que afirmava, com certo exagero, que, ‘se não houvesse balangandãs, torço de seda, e se não houvesse Dorival Caymmi, não haveria Carmen Miranda nem seu sucesso nos Estados Unidos’".

Na necrópole, fiz questão de levar minha solidariedade aos filhos do inesquecível Caymmi: Dori, Danilo e Nana. Ao abraçar carinhosamente a querida Nana, pedi a Deus que enviasse também as melhores vibrações de fraternidade aos demais familiares de nosso amigo: sua amada esposa, dona Stella Maris, os netos e bisnetos do exemplar casal.

A jangada "voltou só", mas Caymmi prossegue navegando pelos mares do universo. E os bons Espíritos, nossos Anjos Guardiães, se incumbirão sempre de bem cuidar dele no Céu.

Lembrança de Getúlio Vargas

No meu livro Crônicas e Entrevistas, da Editora Elevação, conto que, em 24 de agosto de 1954, era eu um adolescente. Saía sempre cedo para estudar. Naquele dia, de súbito, uma professora, com os olhos esbugalhados, irrompe sala adentro. Chorosa, grita: "Aconteceu uma coisa horrível! Getúlio se suicidou!" 

Um raio caiu sobre todos nós, meninos e meninas que estudávamos. As classes foram dispensadas. No país, salvo as exceções de praxe, paixões e baixezas políticas provisoriamente esquecidas. Os homens lembraram-se de que são humanos. Fui andando pela Dias da Cruz, no bairro carioca do Méier, enquanto pensava, como pensava um menino de 13 anos naquele tempo... Havia uma indescritível angústia no ar. Aquela rua tão bela quedava sombria, apesar da claridade matutina. Era a consternação das Almas...

Tudo passa. Mas o povo permanece.
Quantas vezes a população expressa mais refinado sentimento do que os seus condutores! Muitos rostos apareceram chorando pelas calçadas. E eu pensava, como pensava um menino de 13 anos naquele tempo... Que será do meu país daqui pra frente?!

Depois de vários minutos meditando sobre a tristeza geral e a dor da família Vargas, olhei para o alto e disse de mim para comigo mesmo: Por mais cruel que seja o sofrimento, a vida continua!... Por mais importante que seja um homem, não é maior do que a sua pátria. Tudo passa. Mas o povo permanece (...).

Transcorridos alguns dias, uns debochados surgiram com uma brincadeira fora de hora: "Essa droga de país só tem um jeito! Vamos provocar uma guerra com os estrangeiros... Aí eles vêm, ganham, e estarão resolvidos os nossos problemas...". Cinismo puro! Ainda bem que a elite de uma nação é o seu povo.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.


Autor: Paiva Netto

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04/09/2017 às 13h34m


Conscientização hoje... ... antes que seja tarde para os inquilinos da Terra.


Paiva Netto

Durante a 21a Conferência das Partes (COP 21), realizada de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, em Paris, na França, apresentei contributo modesto aos debates que a agenda do clima urgentemente reclama. Por ser um tema sempre atual, compartilho com vocês, prezados(as)  leitores(as), alguns extratos do documento que enviamos ao evento:

Há décadas, venho insistindo que a destruição da Natureza é a extinção da raça humana. Fica evidente que essa não é uma simples frase de efeito para chamar a atenção desta Humanidade, sempre apressada, muitas vezes rumo ao próprio extermínio.

Em geral, as criaturas se movem como se não houvesse amanhã. Desse modo, deixam de avaliar o resultado futuro de seus atos no presente. É preocupante, porque, quando os efeitos devastadores da má semeadura chegam, o quadro pode ser irreversível ou acompanhado de imensos prejuízos.

Sustentabilidade é palavra da moda. Contudo, agimos em consonância com seu significado? Os problemas relacionados aos recursos naturais aumentam a cada dia. Vejam a diminuição dos reservatórios de água em diversas cidades brasileiras e do mundo! 

Vez por outra, vêm à tona estudos demonstrando que qualquer ação desenfreada contra o meio ambiente traz algum tipo de desequilíbrio local ou à distância. Mesmo assim, as árvores continuam sendo "estorvo" ou objeto de ganância sem fim na Amazônia, na Mata Atlântica ou em qualquer lugar. Até quando?

Atitudes decididas de preservação

Na década de 1980, pesquisadores já alertavam para o risco de a capital bandeirante vivenciar clima semelhante ao do Nordeste do Brasil. Com seguidas massas de ar seco sobre a região, falta de chuva recorrente, poluição sem controle, sua famosa marca de "terra da garoa" vai ficando no passado. Ainda que o comportamento climático também seja cíclico, tal fato não sugere que devamos baixar a guarda.

A esperança é que o povo — e isso em todo o orbe, desde as pessoas mais simples às que dirigem as nações — tome atitudes decididas de preservação de nossa espécie. Se as coisas persistirem como andam, lá na frente poderemos ler anúncios assim: "Restam poucos exemplares humanos em tal localidade. A região, antes repleta de vida, tornou-se hostil, sendo totalmente prejudicada pela aridez e pela falta de visão de seus moradores". Pode ser chocante, mas os filhos da atual geração e, posteriormente, netos dela própria pedem socorro aos que hoje gastam, de maneira condenável, o que o planeta lhes oferece.

Hawking: colonizar o espaço para sobreviver

O conceituado astrofísico inglês Stephen Hawking chegou mesmo às raias de afirmar ao site Big Think que "nossa única chance de sobrevivência em longo prazo não é permanecer na Terra, mas se espalhar pelo espaço". E prossegue:
"Eu vejo um grande perigo para a raça humana. Houve vezes, no passado, em que a sobrevivência [do ser humano] foi incerta. (...) Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica de mudar o ambiente para o bem e para o mal", disse Hawking. Vejam que não se trata de nenhum alarmista.

É de se destacar também que muita gente idealista e pragmática — a exemplo do próprio ex-professor lucasiano emérito da Universidade de Cambridge — vem dando voz ativa à fauna e à flora que nos cercam. Entretanto, é preciso que essa consciência se multiplique por toda parte, começando pelas crianças, em casa e nas escolas.

Aplacar as tempestades

Confiantes, rogamos a Deus que aplaque as intempéries meteorológicas que levam, todos os anos, sofrimento a multidões no mundo. E sejamos cidadãos conscientes de que, se merecedores, Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, em pessoa novamente, fará os prodígios relatados no Evangelho, segundo Lucas, 8:24, quando o Celeste Timoneiro acalma uma tempestade.

O Mestre dos Milênios virá e repreenderá o vento e a fúria da água, hoje simbolizada igualmente pela sua escassez. Usufruir de bonança na atualidade depende do convívio harmônico com a Natureza.

E finalizo este texto com trechos da mensagem "LBV, Rio-92 e os desafios da Rio+20", que humildemente enderecei aos chefes de Estado do mundo inteiro e a suas comitivas, além de aos representantes da sociedade civil, presentes à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), a Rio+20, realizada entre os dias 13 e 22 de junho de 2012, na capital fluminense. Especialmente para o evento, remetemos a revista especial BOA VONTADE Meio Ambiente nos idiomas português, inglês, espanhol e francês:

Gente que luta

Para que nosso planeta sobreviva aos efeitos de tanta ganância pelos séculos, verdade seja dita, temos visto notáveis esforços de pesquisadores e de cidadãos engajados na melhora da qualidade de vida por todo o globo. Aliados às iniciativas que buscam a alimentação saudável, por intermédio da agricultura orgânica, meios de transporte alternativos e a proteção do meio ambiente, pela reciclagem e pelo tratamento racional do lixo e aproveitamento das águas da chuva, excelentes trabalhos de cientistas e outros estudiosos prometem bons resultados no curto e no longo prazo. Por exemplo, é intensa a pesquisa na área energética, sobretudo em relação a fontes renováveis e limpas: biocombustível, biomassa, energia azul, energia geotérmica, energia hidráulica, hidreletricidade, energia solar, energia maremotriz, energia das ondas e energia eólica, além de outros objetos de estudo pouco conhecidos e aqueles que nem mesmo sabemos ainda que serão descobertos. A Fé é o combustível das Boas Obras.

"Não jogam a toalha"

Destaco, por devido, o esforço militante, pela causa do meio ambiente, de entidades governamentais e do Terceiro Setor, sérias e ativas, no Brasil e no mundo; de multidões de idealistas que "não jogam a toalha" e continuam na linha de frente pelejando por um planeta realmente melhor.

Nosso brado é este: Educar. Preservar. Sobreviver. Humanamente também somos Natureza.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

Autor: Paiva Netto

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Perfil

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central.
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